Pós-Graduação

Pós-Graduação em Educação Especial – Domínio da Intervenção Precoce na Infância

Univ. Fernando Pessoa, Porto

Coordenação

Luísa Saavedra

Prof. Doutora

Fátima Paiva Coelho

Prof. Doutora

Destinatários

Profissionais de educação com licenciatura aos níveis do pré-escolar, 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário, docentes de educação especial, psicólogos, técnicos de serviço social, terapeutas e outros profissionais envolvidos em equipas de Intervenção Precoce.

Funcionamento

O Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI). foi criado, ao abrigo do Decreto – Lei nº 281/2009, publicado no Diário da República a 6 de outubro, de modo a responder aos desafios colocados aos docentes de Educação Especial com aplicações directas para o desenvolvimento de uma prática eficaz para o atendimento de crianças dos 0 aos 6 anos.

Esta formação permitir-lhes-á o desenvolvimento de competências que favoreçam um atendimento eficaz e com qualidade em acordo com as orientações internacionais e em conformidade com Decreto-Lei anteriormente referenciado.

Com esta formação especializada, nos termos do artigo 3º, alínea a, do Dec. Lei nº 95/97 de 23 de abril, pretende-se que os alunos atinjam o seguinte perfil de competências:

– Identificação dos recursos e das necessidades da criança e da família,
– Identificação do plano de apoios a prestar,
– Estabelecimento do plano individual de apoio à criança e à família,
– Promoção de práticas ecológicas e avaliação dos resultados
– Promoção de oportunidades de socialização e de desenvolvimento em domicílio;
– Preparação das transições;
– Promoção de oportunidades de integração da família na comunidade;
– Promoção do trabalho em equipa e estabelecimento de parceria;
– Clarificação de conhecimentos com articulação reflexiva e crítica, das teorias e conceitos fundamentais em Intervenção Precoce;
– Compreensão da evolução das práticas e conceitos de intervenção precoce em Portugal e no resto da Europa;
– Identificação do grupo-alvo e dos critérios de elegibilidade para a Intervenção, de acordo com a atual legislação portuguesa;
– Aquisição de competências éticas, com base em valores pessoais e profissionais;
– Aquisição de competências funcionais na área da Intervenção Precoce, no que diz respeito a uma intervenção centrada na família, a ser realizada em equipa transdisciplinar, no contexto natural de vida da criança.

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